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Pré-história do turismo no Brasil, Uma

Recreações aristocráticas e lazeres burgueses (1808-1850)

Haroldo Leitão Camargo
Entre recreações aristocráticas e lazeres burgueses, o Rio de Janeiro da primeira metade do século XIX assistiu ao aparecimento de usos e costumes que, posteriormente, evoluiriam na direção do turismo, como a vilegiatura e o interesse pelas águas minerais e balneários marítimos.
Mas naquele momento, estavam longe de representar práticas turísticas. Meticuloso, o livro conta essa história por meio de um diálogo permanente entre o autor, suas fontes e o leitor.
R$ 59,00
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Dados Técnicos

 
ISBN:
978-85-7657-035-6
Edição:
1a
Ano:
2007
Número de páginas:
384
Acabamento:
Brochura
Formato:
16x23cm
Peso:
0,600kg
Série/Coleção:
Série Turismo
 

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Os primeiros atrativos

Dono de belezas famosas no mundo todo, o Brasil luta para conquistar uma fatia maior do mercado global de turismo. No ranking internacional, a posição é modesta diante de seu potencial: é o 36o destino mais procurado do planeta. A verdade é que a vocação turística brasileira tardou a aparecer e precisou de ajuda estrangeira e de um acontecimento extraordinário - o estabelecimento da família real no Rio de Janeiro. É isso o que revela o historiador Haroldo Leitão Camargo, pesquisador da Universidade de Campinas (Unicamp), no recém-lançado Uma pré-história do turismo no Brasil (ed. Aleph). No livro, o despertar da sensibilidade da sociedade a nossas paisagens e atrativos é analisado do período colonial até o reinado de dom Pedro II. Mas o foco está nas recreações e lazeres aristocráticos surgidos a partir da chegada da comitiva de dona Maria I, a rainha de Portugal, e do príncipe regente dom João VI, em 1808.

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