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Laranja mecânica

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Laranja mecânica

Anthony Burgess
Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário. A estranha linguagem utilizada por Alex - soberbamente engendrada pelo autor - empresta uma dimensão quase lírica ao texto. Ao lado de "1984", de George Orwell, e "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, "Laranja Mecânica" é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo.
Agora em nova tradução brasileira.
R$ 39,90
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Dados Técnicos

 
ISBN:
978-85-7657-003-5
Tradução:
Fábio Fernandes
Edição:
Ano:
2015
Número de páginas:
224
Acabamento:
Brochura
Formato:
14x21cm
Peso:
0,250kg
 

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Saiu na Imprensa

 
Terra Magazine - 21/10/2006 - por Roberto de Sousa Causo

Laranja Mecânica: violência explícita e ironia

O romance do inglês Burgess, publicado originalmente em 1962, foi filmado por Stanley Kubrick em 1971. O livro aparece na lista de clássicos compilada por John Clute, é fichado no guia Anatomy of Wonder 4 (1995), destacado na Merriam-Webster's Encyclopedia of Literature (1995), e até mencionado no The Oxford Companion to the English Literature (1992). É uma das obras inglesas mais famosas da segunda metade do século 20, e a mais conhecida de Burgess (1917-1993).

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SuperInteressante - Edição de 09/2004 - por Sérgio Gwercman

Laranja Mecânica: O futuro é violento

Diagnosticado com um tumor cerebral, Anthony Burgess desandou a escrever. Pariu seis livros em um ano para garantir o sustento da viúva. Saiu tudo ao contrário. O tumor não existia – era um diagnóstico malfeito. E dinheiro, que é bom, o inglês só veria uma década depois, em 1971, quando um dos livros foi levado ao cinema por Stanley Kubrick. Era Laranja Mecânica, que ganha nova tradução para o português. Numa das adaptações mais fiéis do cinema, Kubrick retratou uma Inglaterra futurista, onde prisões pretendem usar violência para recuperar criminosos.

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Opinião do Leitor (5)

 
  1. IMPRESSIONANTE! por Rainier Morilla (09/12/10)

    É um livro que lhe prende do começo ao fim. É impossível parar de ler esta obra. Tem uma implacável critica social, numa estória de tirar o folego. Uma das maiores obras de Ficção Científica já escritas!

    HORRORSHOW!

     

  2. Obra prima por Nivalda (27/11/10)

    LM é daqueles livro que nos deixam de boca aberta ao se terminar a sua leitura. O livro é muito rico em sua linguagem e possui como seu aliado o filme homônimo.

     

  3. O que Kubrick não mostrou por Carlos (19/11/10)

    Talvez a maioria dos interessados nesta obra tenha vindo a saber de sua existência através da memorável e magnífica película de Kubrick. Kubrick não expõe em filme, porém, o útlimo capítulo, responsável por, como bem já notou o próprio Anthony Burgess, revestir completamente a obra de uma nova conotação e transformar Alex-boy e seus droogs em uma riquíssima e ainda mais marcante metáfora.
    Além disso, a obra é marcada por interessante experimentalismo linguístico, contribuindo ainda mais para a singularidade da experiência do leitor e para caracterização e definição de um 'universo paralelo' repleto de paralelos com o nosso.

     

  4. Chudesni!!! Horrorshow!!!! por Vanessa S. Cavalcante (19/11/10)

    Meu primeiro contato com LM foi por indicação de um colega da faculdade, apaixonado por SCI-FI, que sempre me dava indicações de livro (virei fã de "1984" por causa dele).
    Li a edição antiga, de uma outra editora (não lembro qual). No entanto, em 2006, na Livraria Cultura de Recife, descobri que existia uma nova versão. Comprei, afinal, eu sou louca por livros e amo tê-los na estante. Porém, não o levei para casa para ler. Foi diretamente para os braços de um ex-namorado que o devorou em um único dia.
    O que falar da obra? Burgess, diagnosticado com um tumor cerebral, em vez de ficar desesperado, começou a escrever loucamente, e eis que surge a obra prima LM. Seu personagem principal, Alex, em diversos momentos, é vilão e vítima, e é muito difícil odiá-lo, mesmo com todas as atrocidades que ele faz. Minha paixão por ele surgiu com as gírias Nadsat,que possui um glossário no final do livro explicando o que significa cada termo.
    Seria injustiça minha fazer uma resenha do livro e estragar o prazer de lê-lo. Aconselho a ter paciência com as gírias, que pode causar irritação ter que a todo instante ir lá para o final do ano "traduzir" o que Alex e seus comparsas estão falando.
    Eu recomendo!

     

  5. Livro maravilhoso por Johnny Gurtler (20/10/10)

    Este é um dos melhores livros que já li até hoje.
    Muito mais que um livro sobre a violência, é um livro sobre a alma humana.

     


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